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GOVERNO E PROPAGANDA DE EMPRESAS PRIVADAS

Reinaldo Azevedo | VEJA.com
GOVERNO E PROPAGANDA DE EMPRESAS PRIVADAS
06:21 AM
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Sobre essa folia de desonerações tributárias e linhas especiais de crédito, escrevi aqui outro dia que um governo democrático, quando quer baixar impostos, alivia a carga de toda a economia, em vez de escolher setores para ganhar. Assim como se faz por aqui, os não-aquinhoados reclamam e vão reivindicar também a sua parte. E o governo vira um cartório onde se trocam dificuldades por facilidades..

Ocorre que ficar distribuindo benefícios tem lá as suas compensações. O último pacote de bondades foi para o setor de motos. O Cofins caiu de 3% para zero, e se abriu uma linha de crédito de R$ 3 bilhões. Ontem, na TV, vi uma propaganda da Honda. Abria, acreditem, referindo-se ao pacote do governo e como ele pode facilitar a vida do comprador.

Tudo, como notam, vai se misturando. A propaganda oficial não se distingue da propaganda das estatais, que não se distingue da propaganda das empresas privadas, que não se distingue da propaganda do partido, que nãom se distingue, em muitos casos, da propaganda do jornalismo.

Se esse governo, convenham, tivesse baixado a carga tributária da economia como um todo, essa “troca” não seria possível.  O que se tem é uma espécie de compensação pelo benefício recebido. Não deixa de ser uma parceria entre a empresa e o governo mediada pelo dinheiro público.

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E o Povo Não Acorda? Al Gore Mentiu.

Com -21ºC, Reino Unido tem a noite mais fria do inverno

Sistema de transportes volta a ser afetado no país, com problemas em aeroportos, estradas e trens

Sexta, 08 de Janeiro de 2010, 09h32
Divulgação/Nasa/Reuters

Satélite mostra Grã-Bretanha coberta de neve
Efe

O Reino Unido passou pela noite mais fria do inverno, com temperaturas que em alguns lugares da Escócia chegaram a ficar em 20 graus abaixo de zero. O sistema de transportes voltou a ser afetado no país. Trens e aeroportos enfrentam problemas.

Veja também:

 Frio  recorde no hemisfério norte é 'fenômeno natural', diz cientistaO Escritório Meteorológico advertiu aos motoristas que as estradas estão em condições extremamente perigosas devido à neve ou ao gelo em todo o país. "Todo o Reino Unido passou a noite abaixo de zero", disse Charles Powell, meteorologista do Escritório Meteorológico Britânico.As temperaturas chegaram a -21,1ºC na Escócia, -11ºC na Irlanda do Norte, -16,4ºC em Manchester e -14,5 no País de Gales. De acordo com os meteorologistas, a sexta-feira deve continuar gelada e seca. "O frio deve durar ao menos mais dez dias", acrescentou Powell.As companhias aéreas continuam anunciando atrasos e cancelamentos. A Easyjet confirmou mais 30 voos que não partiram, totalizando aproximadamente 500 na semana. A British Airways, que ontem cancelou 113 voos em Heathrow e 36 em Gatwick (ambos aeroportos de Londres) confirmou que houve vários atrasos em algumas de suas operações.Os principais aeroportos do país, incluindo os que atendem a Londres, seguem abertos, mas os passageiros são aconselhados a se informarem sobre o estado de seus voos antes de chegar aos terminais.

Os serviços da ferrovia Eurostar, que unem a Inglaterra com o continente europeu, ainda não voltaram à normalidade, depois que, na quinta-feira, um dos trens teve problemas no túnel sob o canal da Mancha.

 VEJA TAMBÉM: Galeria de fotos: inverno cobre hemisfério norte de neve

Várias companhias ferroviárias que operam várias linhas pelo país voltarão a sofrer hoje interrupções ou fortes atrasos depois que ontem foram cancelados muitos serviços durante a manhã, e se espera uma redução das frequências em alguns trechos.A baixa temperatura e a neve também provocaram paralisação de aulas em ao menos 2 mil escolas. Dezenas de grandes empresas companhias convivem com racionamento na provisão de gás para atender as necessidades domésticas, que alcançaram níveis recorde devido ao uso de aquecedores.Grupos empresariais e políticos da oposição criticaram a "vulnerabilidade" do sistema de provisão energética do país e pediram a construção de mais estações de gás tanto para uso doméstico como industrial.

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Porque Devemos Boicotar o Filme de Lula

Abraham Lincoln, considerado o maior presidente americano,  disse:

"Quase qualquer homem pode enfrentar a adversidade, mas se você quiser descobrir o caráter de um homem, dê-lhe o poder".

Trazendo esta sábia frase para nossos dias, é interessante analisarmos o filme sobre Lula, "O Filho do Brasil" sob esta ótica. Lula é idolatrado no filme por ter sofrido adversidade. Ora, milhões de brasileiros sofrem dificuldades todos os dias. Isso não faz automaticamente de ninguém um santo ou um herói.

Porém, ao contrário dos milhões de brasileiros sofredores, Lula chegou ao poder. No poder, mostrou complacência com a corrupção, enriqueceu seu filho, jogou contra as instituições democráticas, foi contrário aos interesses do Brasil em quase todas as questões internacionais. Mostra agora a vaidade e a tendência ao autoritarismo dos ditadores. Segundo Lincoln, estas são as ações que deveríamos avaliar quando julgamos seu caráter, e não apenas sua origem em Garanhuns.

O grande Lincoln também veio da pobreza. É conhecido por ter nascido em uma cabana feita de troncos. Mas sua reputação existe não por ter sido pobre ou pau-de-arara, mas por seus atos de honradez e valor quando exerceu o poder. Lincoln ficou na história como um grande estadista. Lula entrará na história como um aproveitador e demagogo.

Todo brasileiro tem a obrigação de boicotar esta peça de propaganda fascista, financiada por empresas que receberam grandes quantias do governo. Ela é uma vergonha para nosso país e para todo nosso povo que aspira por algo melhor.

   
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Cinema com Propaganda Política - Pior que na Alemanha Nazista

Tarde no cinema. Não apenas temos que aguentar 20 minutos de comerciais chatos para vermos o filme pelo qual pagamos, mas agora temos direito a uma viagem à Alemanha nazista, à Itália fascista ou à Rússia Soviética. Um longo comercial do governo federal sobre o "Brasil Que Vai Prá Frente", que põe no chinelo qualquer coisa que os militares tenham feito. O narrador, qual um pregador no púlpito, berra elogios ao Brasil que faz até aviões ! Quem não conhecesse o país pensaria se tratar de um paraíso sem mendigos, sem corrupção, sem empreguismo. Logo após um trailer do filme do nosso Füher, ou Duce, Lula, longuíssimo.

Essa lavagem cerebral é paga. Não se faz propaganda em cinema sem se pagar muito dinheiro, dinheiro que sai do bolso de todos nós. É pura propaganda eleitoral, proibida pela legislação. Já está na hora de se proibir toda e qualquer propaganda do governo. A única exceção poderia ser em situações de emergência, onde a produção teria que ser feita in-house. Muitas grandes empresas usam produtoras in-house. A propaganda governamental é fonte de corrupção extrema, já que é fácil se fabricar notas frias de produção e lavar o dinheiro que volta aos políticos. Ela é também anti-ética, porque serve apenas para glorificar o governo com o dinheiro do próprio povo. Finalmente, ela corrompe a imprensa, que deixa de fiscalizar e criticar o governo, por medo de perder os anúncios.

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Brasil e os Bilderbergs. Não Somos Ninguém no Mundo.

(download)

O Bilderberg é um grupo que se reúne secretamente desde o fim da Segunda Guerra, para decidir estratégias mundiais da elite. Se o dólar vai subir, se o petróleo vai cair, quais países vão ser invadidos, etc. Nada do que eles falam é publicado pelos jornalistas (os donos de cadeias de jornais) que participam. Existe uma grande bibliografia sobre o assunto, que já deixou de ser uma teoria da conspiração para ser tema reconhecido por todos.

O importante para nós é que não há, e nunca houve, nem UM brasileiro na lista de participantes. Quando Lula entrega nosso país para essas elites internacionais, quando ganha o prêmio Chatam House (o centro da elite), ele pensa que é alguém no âmbito global. Mas não somos NADA. Apenas um paizinho de segunda linha, provedor de commodities como ferro e soja. Está na hora de termos algum patriotismo.

Segue fax com os participantes do último encontro.


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Dilma Criança (foto)

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Quem é Marco Aurélio Garcia, assessor do Planalto, aquele dos gestos obcenos?

Depois de 3 anos destas denúncias, o cara continua mais poderoso do que nunca.
estamos cavando nossa própria cova.


Quem é "MAG", novo coordenador da candidatura Lula?
por Carlos I.S. Azambuja em 27 de setembro de 2006

Resumo: Marco Aurélio Garcia, valendo-se de sua cobertura de assessor internacional do presidente Lula, mantém conversações com os grupos armados e de oposição a vários governos da América Latina, e agora coordena a campanha do presidente.

© 2006 MidiaSemMascara.org
Extraido do site:  http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5251&language=pt

Marco Aurélio Garcia, conhecido como "MAG", nos anos 60 e 70 do século passado foi uma liderança do trotskismo internacional. Nos anos de luta armada no Brasil viveu exilado na França e no Chile. Após a Anistia, voltou para o Brasil e foi um dos que colaboraram na fundação do Partido dos Trabalhadores e, em 1990, na condição de Secretário de Relações Internacionais do PT, um dos organizadores e fundadores do Foro de São Paulo, que não passa de uma nova Internacional para a América Latina. É professor licenciado do Departamento de História da Unicamp.

Em dezembro de 2002 – ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso -, por instância do presidente eleito e já na sua condição de futuro assessor internacional do governo Lula, coordenou o envio de uma carga de gasolina para normalizar o abastecimento do mercado interno na Venezuela, seriamente abalado por uma greve coordenada pelas oposições a Hugo Chávez.

Valendo-se de sua cobertura de assessor internacional do presidente Lula mantém conversações com os grupos armados e de oposição a vários governos da América Latina, o que, evidentemente, não poderia ser feito pelos diplomatas do Itamaraty. Esses contatos são feitos em nome do Foro de São Paulo. Como escreveu o filósofo Olavo de Carvalho, "comparado à trama do Foro de São Paulo, o Mensalão é quase um negócio honesto" (Um Negócio quase honesto, Jornal do Brasil de 13 de abril de 2006).

Marco Aurélio Garcia agora é o coordenador da candidatura do presidente Lula, substituindo "o bando de aloprados" (frase utilizada por Lula em uma entrevista concedida dia 25 de setembro de 2006 a três rádios populares de São Paulo e do Rio de Janeiro) da sua equipe de coordenação de campanha presos pela Polícia Federal quando tentavam adquirir, por cerca de 2 milhões de reais, um dossiê fabricado para prejudicar as candidaturas de José Serra e Geraldo Alckmin. Nessa entrevista, Lula, que mais uma vez não sabia de nada, não titubeou em jogar a culpa no presidente do PT, Ricardo Berzoini, que foi quem escolheu e coordenava a tal equipe.

Esta introdução objetivou publicar o artigo abaixo que foi escrito em Caracas por Johan Freitas e publicado originalmente no site do grupo MilitaresDemocraticos.com, da Venezuela.

Finalmente, recorde-se que todas as fontes citadas nas referências do artigo foram solenemente ignoradas pela imprensa nacional.

***

O brasileiro que ganha tempo para Chávez. Seus vínculos terroristas e com Saddam

Johan Freitas, Caracas

"Devemos dar a impressão de ser democratas", disse Marco Aurélio Garcia, o marxista de linha dura atrás do presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. E acrescenta: "...teremos que aceitar inicialmente algumas práticas. Porém, isso não é para sempre" [1].

Na semana passada Marco Aurélio Garcia esteve na Venezuela, oferecendo apoio a outro suposto democrata, Hugo Chávez. A greve geral na Venezuela secou os postos de gasolina e estrangulou os automobilistas. Os efeitos da greve ameaçam derrubar Chávez do poder. Porém agora, graças a Marco Aurélio Garcia, o navio "Explorer Amazon" dirige-se ao porto venezuelano carregado de 520.000 barris de gasolina sem chumbo da companhia petroleira brasileira Petrobras.

A que se devem sua presença e sua ajuda? Por que o Brasil intervém para desmontar uma greve de caráter eminentemente interno? Por que Lula deseja que Chávez se mantenha no poder? Podemos vislumbrar as chaves a estas perguntas observando detidamente Marco Aurélio Garcia, o homem por trás do plano.

"A democracia não é mais do que uma farsa para alcançar o poder"

Em uma entrevista ao tablóide francês "Le Monde", o presidente eleito do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, repete as palavras aprendidas com Marco Aurélio Garcia quando descreve as eleições democráticas como uma farsa, que é simplesmente um passo necessário para alcançar o poder. [2]

Para Marco Aurélio Garcia, estas palavras não são só uma teoria. Ele as viveu pessoalmente no período de 1969 a 1973, quando era um ativista político estrangeiro no Chile durante o regime de Salvador Allende. [3]. Allende foi eleito democraticamente porém, uma vez que alcançou o poder, usou o governo para fechar jornais e controlar com mão de ferro os partidos de oposição. Em um conhecido escândalo público, uma grande quantidade de armamento cubano foi encontrada em sua residência, enviados por Castro para armar as milícias civis, com o objetivo de "defender a Revolução Socialista no Chile". As ações do brasileiro foram fundamentais para esta ação. Este foi o primeiro contato de Marco Aurélio Garcia com as operações cubanas no exterior.

Em 1980, Marco Aurélio Garcia fundou junto com Lula da Silva o "Partido dos Trabalhadores" (PT). Desde então, tem sido seu assessor para assuntos exteriores.

Voltemos a 1990. Enaltecido por Castro, que a estas alturas havia orquestrado incursões militares em mais de 30 países, Marco Aurélio Garcia convoca uma reunião de todos os grupos de esquerda da América Latina e do Caribe. Atendem ao chamado os representantes de 48 partidos comunistas e grupos terroristas. Esta reunião converte-se no "Foro de São Paulo", com Marco Aurélio Garcia à sua cabeça – um título que ainda conserva no presente, doze anos mais tarde.

O Foro de São Paulo apóia o terrorismo

Atuando como o líder do Foro de São Paulo, Garcia controla e coordena as atividades subversivas e extremistas que se sucedem desde o Rio Grande até a Patagônia, Argentina. Vários dos membros do Foro de São Paulo são terroristas, alguns dos quais estão na lista dos mais procurados pelo FBI. Isto não é uma coincidência. O Foro de São Paulo, sob os auspícios de seu Secretário Executivo Marco Aurélio Garcia, estabeleceu como política o apoio a grupos terroristas. Considere esta entrevista tomada no X Congresso, levado a cabo em 7 de dezembro de 2001 em Havana, Cuba, na qual ele se refere aos grupos terroristas colombianos "Exército de Libertação Nacional" (ELN) e as "Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia" (FARC): "9. Ratificamos a legitimidade, justiça e necessidade da luta das organizações colombianas e nossa solidariedade com elas".

O novo eixo do terrorismo inicia-se em Cuba, passando pela Colômbia, é financiado pelos milhares de milhões de dólares do petróleo venezuelano e finaliza na superpotência brasileira.

De acordo com as política ditadas por Havana, o líder do Foro de São Paulo, Marco Aurélio Gracia, expressou um especial interesse pelo terrorista Manuel Marulanda Vélez, codinome "Tirofijo", o líder das FARC. A cada ano, desde 1990, Garcia se auto-impôs como uma prioridade realizar encontros pessoais com enviados das FARC. Estes encontros foram realizados não só em solo cubano – sempre com a presença de Fidel Castro – mas também no México, para onde Marco Aurélio Garcia viajou, a fim de reunir-se em 5 de dezembro de 2000 com Marco León Calara, membro das FARC. Os temas tratados nesses encontros mantêm-se sob um manto de sigilo. Entretanto, cada vez que se reunem, as FARC incrementam seus ataques com um altíssimo custo de vidas humanas.

A lista das FARC e do ELN

Chávez tem apoiado ativamente os membros das FARC e do ELN fornecendo cédulas de identidade falsas, armamento, munições e lugares seguros para a retirada das tropas em ordem. Também recebem apoio de Cuba, onde os líderes destes grupos terroristas descansam e as tropas são treinadas. Inúmeras denúncias muito bem documentadas do presidente e vice-presidente de CAVIM, de diretores da ONIDEX, de efetivos da DIM e da DISIP chegaram ao conheciento público nos meses passados e sustentam estas asseverações. Desta maneira, Chávez se assegura de contar com guerrilhas armadas que serão usadas para debilitar a democracia venezuelana e forçar seu regresso ao poder.

O que o futuro proporciona ao Brasil e à região

Sob Marco Aurélio Garcia, a política exterior do Brasil será manejada desde Havana. A diplomacia do Brasil a cargo de Garcia trabalhará ativamente contra as políticas que os Estados Unidos auspiciam na região, que se iniciarão com seu apoio a Fidel Castro: "cuidaremos de eliminar o bloqueio a Cuba" [4].

Marco Aurélio Garcia descreve seu partido político, o PT, como "radical, de esquerda, socialista" [5]. Porém, Garcia é mais que um radical e mais de extrema esquerda que um socialista: é de fato um comunista de linha dura que quer reviver o comunismo no mundo . No artigo que escreveu sobre o "Manifesto Comunista", de Karl Marx, ele conclui que "A agenda é clara. Se o horizonte que buscamos é o comunismo, é hora de reconstrui-lo". [6]

Marco Aurélio Garcia trabalha muito próximo com outros políticos de tendência marxista ao redor do mundo e aparece em antologias que são lidas como um "quem é quem" dos que apóiam o terrorismo internacional: de Cuba, Mário Machado e Marta Harnecker; da China, YunLin Nie, autor de "O Manifesto Comunista e o Socialismo com características chinesas"; Pham Nhu Cuong representa o Vietnã; e Mohamed Latifi é o contato iraniano. Também colaboram outros extremistas de países democráticos como Seppo Ruotsalainen da Finlândia (autor de "O Processo e o Manifesto Revolucionário"), Allan Woods da Inglaterra ("O Manifesto Comunista Hoje") e Pierre Zarka da França ("O Manifesto do Partido Comunista"). Todos eles compartilham um profundo e intenso ódio contra os Estados Unidos e a sociedade ocidental [7].

O vínculo nuclear com Saddam

Até 1994 o Brasil realizou investigações para o desenvolvimento de armas nucleares e projetou duas bombas atômicas. Fernando Henrique Cardoso deteve estas provas em instâncias dos Estados Unidos, quando se presumia que o Brasil estava a ponto de realizar provas de um dispositivo nuclear. O programa de armas nucleares do Brasil também estabeleceu vínculos com o Iraque e a China, países que venderam urânio enriquecido ao Brasil e investiram em sua indústria aero-espacial. Em vários discursos de sua campanha política para a Presidência, Lula da Silva expressou seu desejo de estreitar relações com a China.

Agora, com Lula da Silva na Presidência e Marco Aurélio Garcia a cargo da estratégia da política exterior do Brasil, iniciaram-se os planos para reativar silenciosamente o programa de armas nucleares. A capacidade de dissuasão nuclear é necessária para os planos de Marco Aurélio Garcia e dos grupos terroristas aos quais ele apóia através do Foro de São Paulo.

Os vínculos do Brasil com Saddam Hussein no Iraque estendem-se a outros atores. O primeiro é Hugo Hávez; o segundo o liga ao co-fundador do Foro de São Paulo, Fidel Castro. Hugo Chávez é o melhor amigo de Saddam na América Latina, a quem visitou pessoalmente e ofereceu seu apoio. Depois da primeira visita de Chávez, Fidel Castro enviou ao Iraque Rodrigo Álvarez Cambras, seu braço direito, para estabelecer um contato direto com Saddam.

Até a presente data, o trio Saddam-Castro-Chávez tem trabalhado no desenvolvimento de armas biológicas. Porém, em janeiro de 2003, com o advento de Lula da Silva à Presidência do Brasil, as armas nucleares se incorporaram à fatídica fusão. É só questão de tempo. O pacote de resgate de gasolina brasileira que Garcia enviou a Chávez compra um pouco de tempo ao Presidente venezuelano. Em um mundo no qual os ditadores ainda se mantêm no poder, nada agradaria mais a Marco Aurélio Garcia do que um Iraque com capacidade nuclear.

Notas:

1. "La Nación", Buenos Aires (Argentina), 5 de outubro de 2002.

2. "Le Monde", Paris (França): "En privé, Lula, âgé de 56 ans, pense tout haut que l'élection est une "farce" et qu'il faut en passer par là pour prendre le pouvoir".

3. "O Estado de São Paulo", São Paulo (Brasil), 6 de novembro de 2000: "Quem é Marco Aurélio Garcia".

4. Emilio J. Corbière, "Lulazo, populismo y desarrollismo", 28 de outubro de 2002, cita Marco Aurélio Garcia em "La Fogata, el fuego de la lucha revolucionaria" .

5. Marco Aurélio Garcia, revista "Teoria e Debate", São Paulo (Brasil), julho/dezembro de 1990, nº 12. Extrato do artigo "Terceira Via: a social-democracia e o PT" ; "Radical, de esquerda, socialista".

6. Marco Aurélio Garcia, "Teoria e Debate" (Brasil), 26 de janeiro de 2001, nº 36: "O Manifesto e a refundação do comunismo".

7. Internatif (França), 2002.

27 de dezembro de 2002.

Fonte: MilitaresDemocraticos.com

 ( http://www.militaresdemocraticos.com/articulos/sp/20021227-03.html).

Tradução: Graça Salgueiro

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Carlos I. S. Azambuja é historiador.
 

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“Não existe aquecimento global”, diz representante da OMM na América do Sul

Reinaldo Azevedo | VEJA.com
“Não existe aquecimento global”, diz representante da OMM na América do Sul
06:25 AM
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NEWS SUMMARY:

Leiam esta entrevista pulicada no UOL.

Por Carlos Madeiro:
Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?
Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?
Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?
Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.
Molion: Depende de como se mede.

UOL: Mede-se errado hoje?
Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?
Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?
Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?
Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?
Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?
Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?
Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?
Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?
Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?
Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

UOL: Mas o mar não está avançando?
Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protocolo de  Kyoto?
Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?
Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?
Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

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O Que É O Climategate

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Começa o Carnaval Hipócrita de Copenhagen

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Segunda-Feira, 07 de Dezembro de 2009

Tradução: Revelatti

Caviar Scoffing, CO2 Belching, Prostitute Molesting Climate Crooks Convene For The Mass Raping 071209top

Os números recorde de limusines e jatos particulares estão descendo em Copenhague, enquanto milhares de arrotos de caviar são dados por esses caras com suas prostitutas, o clima dos ladrões hipócritas preparam para orquestrar a próxima rodada de estupros em massa em busca de seu governo mundial muito valorizado e sua serva, uma empresa global de imposto sobre as emissões de carbono.

Em outro lembrete austero que estes globalistas não poderia dar a mínima para as emissões de CO2, apenas as economias destruidas e da classe média, seu comportamento é completamente em desacordo com a forma como eles estão indignados exigindo outras pessoas que vivam suas vidas.

O relatório do London Telegraph revela que a quantidade de CO2 combinadas da conferência será a quantidade não inferior a 41.000 toneladas, o equivalente à produzida por um país Africano, no mesmo período.

Apesar do fato de que os bandidos climáticas constantemente censurar e intimidar publicamente Joe sobre não dirigir veículos híbridos e tendo duas férias por ano, através de aeronaves comerciais, os criminosos estão chegando em Copenhague em luxuosos jatos privados antes zunindo em torno da cidade de gás e limusines que excedem o limite.

"Nós pensamos que não iríamos ter muitos carros, devido a ser uma convenção do clima", Majken Friss Jorgensen, diretor da empresa de Copenhague limusine disse ao Telegraph. "Mas parece que a semana passada alguém olhou para o relatório do tempo."

"Ms. Jorgensen calcula que entre ela e seus rivais, o número total de limusines em Copenhague, na próxima semana já rompeu a barreira de 1.200. O francês tocou apenas até quinta-feira e condenou outros 42. "Não temos limos suficiente no país para atender a demanda", diz ela. "Nós estamos tendo que dirigir centenas de milhas da Alemanha e da Suécia."

"E o número total de carros elétricos ou híbridos entre esse número? "Cinco", diz a Senhora Jorgensen. "

Enquanto estão preparando discursos sobre como a classe média será forçada a reduzir os seus padrões de vida, pagar impostos mais elevados em todas as formas de viajar, e fazer sacrifícios pessoais, a fim de "salvar o planeta da ameaça alegada de CO2", os globalistas de Copenhague estam relaxam com mais de 140 jatos extras privados, que estão sendo forçados a deixar pessoas em Copenhague e depois voar de volta para outros aeroportos e até mesmo de outros países só para estacionar, devido à falta de espaços.

Elitistas estão nos zombando até a alma, comendo foie gras e esculpindo cunhas de caviar, as mesmas pessoas que dizem nas suas palestras para o público que comer carne está prejudicando a terra.

E, embora os ladrões vigaristas do clima tem seu dedo em você por ter tido a ousadia de possuir um SUV, que será executado um projeto de mais de US $ 200 milhões de dólares, adivinha quem vai ser pegar a conta?

"De acordo com uma análise feita pela Aliança do contribuinte, o custo conservador de Copenhague é de 130 milhões.

Inclui £$ 6.3 milhões de libras em vôos, £$ 20 milhões em hotéis e em £$ 3,3 milhões em comida ", relata o Daily Mail.

"O número também inclui os salários dos delegados e da contribuição do governo dinamarquês de £37 milhões. A maior parte do dinheiro virá dos contribuintes."

Enquanto isso, o eco-fascismo provou que ainda está muito vivo e bem com a notícia de que "56 grandes jornais de 45 países estão fazendo a publicação de um editorial compartilhado sobre políticos e negociadores reunidos em Copenhague sendo um acordo ambicioso na luta contra a mudança climática".

Claro que, por trás da arrogância artificial em nome de tais publicações, que estão de alguma forma falando com uma voz unida no interesse da humanidade, tudo isto realmente mostra é que o mesmo estabelecimento de tentar bater os últimos pregos no caixão da liberdade, por tributação de dióxido de carbono, o gas que dá vida e que os seres humanos expiram e as árvores absorvem, também acontecerá e poderá controlar a grande maioria dos meios de comunicação global.

Longe de ser um ato de grande defesa benigno, como está sendo moldado, o fato de 56 principais jornais do mundo todo estão lançando a mesma propaganda, especialmente à luz do escândalo Climategate que a maioria deles não conseguiram sequer reconhecer em qualquer profundidade, soa como o tipo de controle editorial dos nazistas exercido em 1930, na Alemanha ou a de Joseph Stalin apreciada na Rússia comunista.

Entretanto, de acordo com um artigo no Spiegel Online, prostitutas estão se preparando para os globalistas descendo em Copenhague, oferecendo sexo livre. O presidente da Câmara de Copenhague tentou limitar o dilúvio esperado de pessoas na reunião apreciando o uso de prostitutas, enviando uma carta para hotéis em toda a cidade instando os delegados e convidados na conferência, "seja sustentável, não compra sexo." Prostitutas responderam oferecendo sexo livre para qualquer participante em Copenhague que carrege a carta do prefeito.

Cúpulas deste tamanho são rotineiramente acompanhadas por um aumento enorme no comércio do sexo em qualquer cidade em que acontecerá perto do lugar. Enquanto agentes da elite mundial e seus mestres palestrantes sobre nossa moral imperativa, metade dos quais cometeram adultério em todas as noites durante as conferências, mesmo globais em que habitualmente posam com justa indignação.

Certifique-se que você tem a abundância dos sacos de vômito em alerta durante as próximas semanas, porque você vai ser infinitamente lecionado por um bando de amorais, branqueamento de arranque, bandidos frenéticos controladoa que não poderiam cuidar menos sobre o meio ambiente, a menos que pode invocá-lo como um pretexto para tributar-lhe para fora da existência, enquanto declaram suas partículas muita das quais que você respira é um veneno mortal.

Fonte: Infowars - Globalist Hypocrites Arrive In Copenhagen for Summit

domingo, 6 de dezembro de 2009

Quem irá se levantar contra a tirania global do clima?

Adam Murdock, M.D.
Infowars
06 de Dezembro de 2009

Tradução: Revelatti

Esta semana, o presidente Obama e os líderes do mundo se reunirão para decidir o destino da humanidade. Esta reunião, que será realizada em Copenhague, tem como missão "ligar para as nações do mundo sob uma climatocracia, ou melhor, um regime de clima regulatório concebido e operado por burocratas e elitistas. Os membros desta climatocracia ficarão com o lucro, enquanto o resto da humanidade vai afundar na escuridão. Haverá lugar para se esconder, nenhum oásis deve ser encontrado no deserto. Com efeito, após as discussões concluíram que as nossas liberdades também devem ser celebradas? Será que a humanidade mergulhará em uma tirania mundial regida por um estado de medo climatico ou seremos capazes de pará-los antes que seja tarde demais? Nunca houve uma maior aposta para a liberdade da humanidade.

Ao longo das últimas décadas, globalistas como Al Gore e Maurice Strong usaram o manto da pseudo ciência do clima como seu véu. Agora que o "climategate" foi removido da cortina e brilhou a luz sobre as baratas rastejantes no cookbookery, clima de bastidores, já não existe qualquer debate sobre a ciência. A única coisa que existe agora é exposta diante de nossos olhos - uma tentativa deliberada de subjugar os povos da terra para a governança global sob o disfarce de ciência.

strong and gore
Al Gore e Maurice Strong, que usaram o manto da pseudo ciência do clima como seu véu.

Como coloca o recém-"eleito" Presidente da União Européia, Von Rompuy:

"2009 é também o primeiro ano de governação global, com a criação do G20, no meio da crise financeira. A conferência do clima em Copenhague é mais um passo para a gestão global do nosso planeta
."

Esta meta declarada pelo Presidente da UE foi feita antes das revelações recentes sobre o preenchimento dos dados do clima, os cientistas-chave do clima. No entanto, o que tem sido a resposta dos dirigentes muito agora no processo com a conferência? Eles têm atenuado a sua retórica ou, melhor ainda admitindo a farsa de que a conferência representa? Infelizmente, eles fizeram exatamente o oposto. Eles têm continuado seu curso inexorável para a gestão global "do nosso planeta" como se nada tivesse acontecido. É como se eles estivessem dispostos a negar que o sol está brilhando ao meio-dia quando é claramente visível. Eu posso imaginar nenhuma outra razão desses líderes para fazerem isso, a menos que a mudança climática não é realmente o objetivo, mas apenas um meio para um fim. Agora que seu fim pretendido está tão perto, parece que eles não estão prestes a deixar que alguns e-mails ou verdadeira ciência entrar no caminho do progresso global.

Parece que, embora a fraude esteja revelada, o deck pode ter sido empilhado contra a humanidade. Na verdade, as cartas marcadas podem já ter sido tratadas. Minha única esperança é que o relógio não tenha atingido a meia-noite em nossas liberdades.

Agora é a hora de fazer suas vozes serem ouvidas em coletivo. Uma vez que os tratados têm sido assinados e liberdade se perder haverá muito pouco que possamos fazer para resolver tais acordos. Chame seus locais, estaduais e deputados federais aonde você vive. Fazê-lo para seus filhos, fazê-lo para o seu país, faça-o para a sua liberdade de viver e respirar como você a vê.

Uma vida de arrependimento não vai compensar a falta de ação neste momento. Vamos segurar a bandeira da liberdade para todos ao nosso redor e levá-los para a causa da liberdade, neste momento crucial de nossa história.

Adam Murdock, MD, é fundador do Instituto dos Homens Livres, www.freemeninstitute.com.

Fonte: Infowars - Who Will Stand Up Against the Coming Global Climate Tyranny?

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