mandaba.la -

Ex-Guarda-Costas de Fidel Conta Tudo

Do site Mídia Sem Máscara, Isso você não encontra na Folha, nO Globo, na Carta Capital.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/america-latina/10854-o-ex-guarda-costas-de-fidel-conta-tudo.html

Juan Reinaldo Sánchez foi guarda-costas de Fidel Castro por 17 anos. Diante do terror que testemunhou, tentou abandonar a função por todos os meios, e por isso acabou preso por oito anos. Hoje, livre e vivendo nos Estados Unidos, ele conta o que viu, o que sofreu e como agem Fidel Castro e a nomenklatura cubana. Confira nos vídeos seu testemunho, de valor histórico inestimável para todos defensores da liberdade.

Os sofrimentos impostos pelos socialistas – a miséria, a opressão, os assassinatos, a privação da possibilidade de que gerações inteiras possam construir suas vidas com um mínimo de liberdade e dignidade – não se dão apenas pelo fato de que suas teses sobre a natureza do ser humano, da sociedade, da economia e da política são totalmente falsas, inconsistentes e mentirosas. Suas quadrilhas (ou se quiserem, o "partido", ou o "movimento") precisam de líderes totalmente desprovidos de escrúpulos, mas talentosos na macabra "arte" do cinismo, da indiferença e da brutalidade. Só assim o "outro mundo possível" pode se tornar uma realidade: é preciso um Stálin, um Pol-Pot, um Hugo Chávez, um Fidel Castro.

Foi servindo como guarda-costas deste último que o tenente-coronel Juan Reinaldo Sánchez passou 17 anos. O terror que viu fez com que decidisse abandonar a função, mas o temor pela vida dos seus familiares o fez esperar até que todos tivessem conseguido sair de Cuba para se afastar do cargo. Como pena, foi condenado a oito anos de prisão. Hoje, livre e vivendo nos Estados Unidos com sua família, ele conta o que viu, o que sofreu e como age Fidel Castro e a nomenklatura cubana.

Os vídeos abaixo foram gravados pelo jornalista dominicano Oscar Haza para o programa "La mano limpia", aparentemente no ano de 2009. Confira neles o testemunho de Sánchez, de valor histórico para todos defensores das liberdades civis e da moralidade na esfera política.

http://www.elveraz.com/VIDEOS/escolta1.wmv
http://www.elveraz.com/VIDEOS/escolta2.wmv
http://www.elveraz.com/VIDEOS/escolta3.wmv
http://www.elveraz.com/VIDEOS/escolta4.wmv
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http://www.elveraz.com/VIDEOS/escolta9.wmv
http://www.elveraz.com/VIDEOS/escolta10.wmv


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Soninha Peladona na Bicicleta - Esse é o Nível do Debate

soninhacarlosalkmindivu.jpg


D'O Estado de SP de 09/02/10-
"Entusiasta do uso da bicicleta como alternativa de transporte no trânsito de São Paulo, a subprefeita da Lapa e pré-candidata do PPS ao governo de São Paulo, Soninha Francine, defenderá mais uma vez o ciclismo, mas desta vez de modo pouco usual. Nua e agachada ao lado de duas bicicletas, a ex-vereadora estampará uma das folhas do calendário 2010 da ONG CicloBR, que promove o uso do meio de transporte."

link: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,soninha-posa-nua-para-calendario-de-ciclistas,508201,0.htm

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Vejam o nível da política brasileira. Ao invés de um debate com argumentos, apelam para essas manobras. Por favor, a mulher é sub-prefeita da Lapa ! Será que a Lapa está sem problemas?

Bicicleta NÃO é alternativa viável de transporte para a cidade. Está é uma cidade cheia de morros, com distâncias imensas (até 30km). Quem pode pedalar de terno do Morumbi à Paulista? Para o bem ou para o mal, já temos 6 milhões de carros. Uma solução prática tem que levar em conta esta situação. E, aliás, ter carro e usá-lo é um direito sim do  cidadão. Só não é em lugares onde o estado manda no cidadão.

Parar os carros para deixar meia dúzia de esportistas, que têm um hobby,  brincarem de bike é de um egoísmo e ingenuidade sem tamanho.

Os carros precisam andar mais rápido que a bicicleta ou simplesmente o trânsito não flui. É um problema de logística. A bicicleta é leve, e qualquer pedrinha ou buraco faz ela se desgovernar mesmo. Ela cai na frente do carro, mesmo se houver ciclovia. No mundo todo, bicicleta não entra em highways como a Marginal Pinheiros.

 É claro que devemos respeitar o ciclista, que o carro não deve andar na calçada, mas estas  questões são pontuais, não têm nada a ver com a solução para o transporte. No site da "ONG", eles colocam meia dúzia de maus motoristas como exemplos de todo mundo.

Chega de demagogia. Os ciclistas estão atrapalhando o debate correto, que é o transporte público, principalmente metrô, e a roubalheira que impede que sua maior expansão. Os ciclistas estão fazendo um favor imenso aos políticos corruptos, jogando o problema no colo dos motoristas que pagam impostos.

Uma bike é legal para passear no parque ou em uma cidade plana e pequena. Deixem de ser egoístas.E Soninha, na Lapa tem a subida da Cerro Corá, um bom exemplo da inutilidade da bicicleta em São Paulo.

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GOVERNO E PROPAGANDA DE EMPRESAS PRIVADAS

Reinaldo Azevedo | VEJA.com
GOVERNO E PROPAGANDA DE EMPRESAS PRIVADAS
06:21 AM
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Sobre essa folia de desonerações tributárias e linhas especiais de crédito, escrevi aqui outro dia que um governo democrático, quando quer baixar impostos, alivia a carga de toda a economia, em vez de escolher setores para ganhar. Assim como se faz por aqui, os não-aquinhoados reclamam e vão reivindicar também a sua parte. E o governo vira um cartório onde se trocam dificuldades por facilidades..

Ocorre que ficar distribuindo benefícios tem lá as suas compensações. O último pacote de bondades foi para o setor de motos. O Cofins caiu de 3% para zero, e se abriu uma linha de crédito de R$ 3 bilhões. Ontem, na TV, vi uma propaganda da Honda. Abria, acreditem, referindo-se ao pacote do governo e como ele pode facilitar a vida do comprador.

Tudo, como notam, vai se misturando. A propaganda oficial não se distingue da propaganda das estatais, que não se distingue da propaganda das empresas privadas, que não se distingue da propaganda do partido, que nãom se distingue, em muitos casos, da propaganda do jornalismo.

Se esse governo, convenham, tivesse baixado a carga tributária da economia como um todo, essa “troca” não seria possível.  O que se tem é uma espécie de compensação pelo benefício recebido. Não deixa de ser uma parceria entre a empresa e o governo mediada pelo dinheiro público.

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E o Povo Não Acorda? Al Gore Mentiu.

Com -21ºC, Reino Unido tem a noite mais fria do inverno

Sistema de transportes volta a ser afetado no país, com problemas em aeroportos, estradas e trens

Sexta, 08 de Janeiro de 2010, 09h32
Divulgação/Nasa/Reuters

Satélite mostra Grã-Bretanha coberta de neve
Efe

O Reino Unido passou pela noite mais fria do inverno, com temperaturas que em alguns lugares da Escócia chegaram a ficar em 20 graus abaixo de zero. O sistema de transportes voltou a ser afetado no país. Trens e aeroportos enfrentam problemas.

Veja também:

 Frio  recorde no hemisfério norte é 'fenômeno natural', diz cientistaO Escritório Meteorológico advertiu aos motoristas que as estradas estão em condições extremamente perigosas devido à neve ou ao gelo em todo o país. "Todo o Reino Unido passou a noite abaixo de zero", disse Charles Powell, meteorologista do Escritório Meteorológico Britânico.As temperaturas chegaram a -21,1ºC na Escócia, -11ºC na Irlanda do Norte, -16,4ºC em Manchester e -14,5 no País de Gales. De acordo com os meteorologistas, a sexta-feira deve continuar gelada e seca. "O frio deve durar ao menos mais dez dias", acrescentou Powell.As companhias aéreas continuam anunciando atrasos e cancelamentos. A Easyjet confirmou mais 30 voos que não partiram, totalizando aproximadamente 500 na semana. A British Airways, que ontem cancelou 113 voos em Heathrow e 36 em Gatwick (ambos aeroportos de Londres) confirmou que houve vários atrasos em algumas de suas operações.Os principais aeroportos do país, incluindo os que atendem a Londres, seguem abertos, mas os passageiros são aconselhados a se informarem sobre o estado de seus voos antes de chegar aos terminais.

Os serviços da ferrovia Eurostar, que unem a Inglaterra com o continente europeu, ainda não voltaram à normalidade, depois que, na quinta-feira, um dos trens teve problemas no túnel sob o canal da Mancha.

 VEJA TAMBÉM: Galeria de fotos: inverno cobre hemisfério norte de neve

Várias companhias ferroviárias que operam várias linhas pelo país voltarão a sofrer hoje interrupções ou fortes atrasos depois que ontem foram cancelados muitos serviços durante a manhã, e se espera uma redução das frequências em alguns trechos.A baixa temperatura e a neve também provocaram paralisação de aulas em ao menos 2 mil escolas. Dezenas de grandes empresas companhias convivem com racionamento na provisão de gás para atender as necessidades domésticas, que alcançaram níveis recorde devido ao uso de aquecedores.Grupos empresariais e políticos da oposição criticaram a "vulnerabilidade" do sistema de provisão energética do país e pediram a construção de mais estações de gás tanto para uso doméstico como industrial.

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Porque Devemos Boicotar o Filme de Lula

Abraham Lincoln, considerado o maior presidente americano,  disse:

"Quase qualquer homem pode enfrentar a adversidade, mas se você quiser descobrir o caráter de um homem, dê-lhe o poder".

Trazendo esta sábia frase para nossos dias, é interessante analisarmos o filme sobre Lula, "O Filho do Brasil" sob esta ótica. Lula é idolatrado no filme por ter sofrido adversidade. Ora, milhões de brasileiros sofrem dificuldades todos os dias. Isso não faz automaticamente de ninguém um santo ou um herói.

Porém, ao contrário dos milhões de brasileiros sofredores, Lula chegou ao poder. No poder, mostrou complacência com a corrupção, enriqueceu seu filho, jogou contra as instituições democráticas, foi contrário aos interesses do Brasil em quase todas as questões internacionais. Mostra agora a vaidade e a tendência ao autoritarismo dos ditadores. Segundo Lincoln, estas são as ações que deveríamos avaliar quando julgamos seu caráter, e não apenas sua origem em Garanhuns.

O grande Lincoln também veio da pobreza. É conhecido por ter nascido em uma cabana feita de troncos. Mas sua reputação existe não por ter sido pobre ou pau-de-arara, mas por seus atos de honradez e valor quando exerceu o poder. Lincoln ficou na história como um grande estadista. Lula entrará na história como um aproveitador e demagogo.

Todo brasileiro tem a obrigação de boicotar esta peça de propaganda fascista, financiada por empresas que receberam grandes quantias do governo. Ela é uma vergonha para nosso país e para todo nosso povo que aspira por algo melhor.

   
Click here to download:
Porque_Devemos_Boicotar_o_Film.zip (237 KB)

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Cinema com Propaganda Política - Pior que na Alemanha Nazista

Tarde no cinema. Não apenas temos que aguentar 20 minutos de comerciais chatos para vermos o filme pelo qual pagamos, mas agora temos direito a uma viagem à Alemanha nazista, à Itália fascista ou à Rússia Soviética. Um longo comercial do governo federal sobre o "Brasil Que Vai Prá Frente", que põe no chinelo qualquer coisa que os militares tenham feito. O narrador, qual um pregador no púlpito, berra elogios ao Brasil que faz até aviões ! Quem não conhecesse o país pensaria se tratar de um paraíso sem mendigos, sem corrupção, sem empreguismo. Logo após um trailer do filme do nosso Füher, ou Duce, Lula, longuíssimo.

Essa lavagem cerebral é paga. Não se faz propaganda em cinema sem se pagar muito dinheiro, dinheiro que sai do bolso de todos nós. É pura propaganda eleitoral, proibida pela legislação. Já está na hora de se proibir toda e qualquer propaganda do governo. A única exceção poderia ser em situações de emergência, onde a produção teria que ser feita in-house. Muitas grandes empresas usam produtoras in-house. A propaganda governamental é fonte de corrupção extrema, já que é fácil se fabricar notas frias de produção e lavar o dinheiro que volta aos políticos. Ela é também anti-ética, porque serve apenas para glorificar o governo com o dinheiro do próprio povo. Finalmente, ela corrompe a imprensa, que deixa de fiscalizar e criticar o governo, por medo de perder os anúncios.

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Brasil e os Bilderbergs. Não Somos Ninguém no Mundo.

(download)

O Bilderberg é um grupo que se reúne secretamente desde o fim da Segunda Guerra, para decidir estratégias mundiais da elite. Se o dólar vai subir, se o petróleo vai cair, quais países vão ser invadidos, etc. Nada do que eles falam é publicado pelos jornalistas (os donos de cadeias de jornais) que participam. Existe uma grande bibliografia sobre o assunto, que já deixou de ser uma teoria da conspiração para ser tema reconhecido por todos.

O importante para nós é que não há, e nunca houve, nem UM brasileiro na lista de participantes. Quando Lula entrega nosso país para essas elites internacionais, quando ganha o prêmio Chatam House (o centro da elite), ele pensa que é alguém no âmbito global. Mas não somos NADA. Apenas um paizinho de segunda linha, provedor de commodities como ferro e soja. Está na hora de termos algum patriotismo.

Segue fax com os participantes do último encontro.


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Dilma Criança (foto)

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Quem é Marco Aurélio Garcia, assessor do Planalto, aquele dos gestos obcenos?

Depois de 3 anos destas denúncias, o cara continua mais poderoso do que nunca.
estamos cavando nossa própria cova.


Quem é "MAG", novo coordenador da candidatura Lula?
por Carlos I.S. Azambuja em 27 de setembro de 2006

Resumo: Marco Aurélio Garcia, valendo-se de sua cobertura de assessor internacional do presidente Lula, mantém conversações com os grupos armados e de oposição a vários governos da América Latina, e agora coordena a campanha do presidente.

© 2006 MidiaSemMascara.org
Extraido do site:  http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5251&language=pt

Marco Aurélio Garcia, conhecido como "MAG", nos anos 60 e 70 do século passado foi uma liderança do trotskismo internacional. Nos anos de luta armada no Brasil viveu exilado na França e no Chile. Após a Anistia, voltou para o Brasil e foi um dos que colaboraram na fundação do Partido dos Trabalhadores e, em 1990, na condição de Secretário de Relações Internacionais do PT, um dos organizadores e fundadores do Foro de São Paulo, que não passa de uma nova Internacional para a América Latina. É professor licenciado do Departamento de História da Unicamp.

Em dezembro de 2002 – ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso -, por instância do presidente eleito e já na sua condição de futuro assessor internacional do governo Lula, coordenou o envio de uma carga de gasolina para normalizar o abastecimento do mercado interno na Venezuela, seriamente abalado por uma greve coordenada pelas oposições a Hugo Chávez.

Valendo-se de sua cobertura de assessor internacional do presidente Lula mantém conversações com os grupos armados e de oposição a vários governos da América Latina, o que, evidentemente, não poderia ser feito pelos diplomatas do Itamaraty. Esses contatos são feitos em nome do Foro de São Paulo. Como escreveu o filósofo Olavo de Carvalho, "comparado à trama do Foro de São Paulo, o Mensalão é quase um negócio honesto" (Um Negócio quase honesto, Jornal do Brasil de 13 de abril de 2006).

Marco Aurélio Garcia agora é o coordenador da candidatura do presidente Lula, substituindo "o bando de aloprados" (frase utilizada por Lula em uma entrevista concedida dia 25 de setembro de 2006 a três rádios populares de São Paulo e do Rio de Janeiro) da sua equipe de coordenação de campanha presos pela Polícia Federal quando tentavam adquirir, por cerca de 2 milhões de reais, um dossiê fabricado para prejudicar as candidaturas de José Serra e Geraldo Alckmin. Nessa entrevista, Lula, que mais uma vez não sabia de nada, não titubeou em jogar a culpa no presidente do PT, Ricardo Berzoini, que foi quem escolheu e coordenava a tal equipe.

Esta introdução objetivou publicar o artigo abaixo que foi escrito em Caracas por Johan Freitas e publicado originalmente no site do grupo MilitaresDemocraticos.com, da Venezuela.

Finalmente, recorde-se que todas as fontes citadas nas referências do artigo foram solenemente ignoradas pela imprensa nacional.

***

O brasileiro que ganha tempo para Chávez. Seus vínculos terroristas e com Saddam

Johan Freitas, Caracas

"Devemos dar a impressão de ser democratas", disse Marco Aurélio Garcia, o marxista de linha dura atrás do presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. E acrescenta: "...teremos que aceitar inicialmente algumas práticas. Porém, isso não é para sempre" [1].

Na semana passada Marco Aurélio Garcia esteve na Venezuela, oferecendo apoio a outro suposto democrata, Hugo Chávez. A greve geral na Venezuela secou os postos de gasolina e estrangulou os automobilistas. Os efeitos da greve ameaçam derrubar Chávez do poder. Porém agora, graças a Marco Aurélio Garcia, o navio "Explorer Amazon" dirige-se ao porto venezuelano carregado de 520.000 barris de gasolina sem chumbo da companhia petroleira brasileira Petrobras.

A que se devem sua presença e sua ajuda? Por que o Brasil intervém para desmontar uma greve de caráter eminentemente interno? Por que Lula deseja que Chávez se mantenha no poder? Podemos vislumbrar as chaves a estas perguntas observando detidamente Marco Aurélio Garcia, o homem por trás do plano.

"A democracia não é mais do que uma farsa para alcançar o poder"

Em uma entrevista ao tablóide francês "Le Monde", o presidente eleito do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, repete as palavras aprendidas com Marco Aurélio Garcia quando descreve as eleições democráticas como uma farsa, que é simplesmente um passo necessário para alcançar o poder. [2]

Para Marco Aurélio Garcia, estas palavras não são só uma teoria. Ele as viveu pessoalmente no período de 1969 a 1973, quando era um ativista político estrangeiro no Chile durante o regime de Salvador Allende. [3]. Allende foi eleito democraticamente porém, uma vez que alcançou o poder, usou o governo para fechar jornais e controlar com mão de ferro os partidos de oposição. Em um conhecido escândalo público, uma grande quantidade de armamento cubano foi encontrada em sua residência, enviados por Castro para armar as milícias civis, com o objetivo de "defender a Revolução Socialista no Chile". As ações do brasileiro foram fundamentais para esta ação. Este foi o primeiro contato de Marco Aurélio Garcia com as operações cubanas no exterior.

Em 1980, Marco Aurélio Garcia fundou junto com Lula da Silva o "Partido dos Trabalhadores" (PT). Desde então, tem sido seu assessor para assuntos exteriores.

Voltemos a 1990. Enaltecido por Castro, que a estas alturas havia orquestrado incursões militares em mais de 30 países, Marco Aurélio Garcia convoca uma reunião de todos os grupos de esquerda da América Latina e do Caribe. Atendem ao chamado os representantes de 48 partidos comunistas e grupos terroristas. Esta reunião converte-se no "Foro de São Paulo", com Marco Aurélio Garcia à sua cabeça – um título que ainda conserva no presente, doze anos mais tarde.

O Foro de São Paulo apóia o terrorismo

Atuando como o líder do Foro de São Paulo, Garcia controla e coordena as atividades subversivas e extremistas que se sucedem desde o Rio Grande até a Patagônia, Argentina. Vários dos membros do Foro de São Paulo são terroristas, alguns dos quais estão na lista dos mais procurados pelo FBI. Isto não é uma coincidência. O Foro de São Paulo, sob os auspícios de seu Secretário Executivo Marco Aurélio Garcia, estabeleceu como política o apoio a grupos terroristas. Considere esta entrevista tomada no X Congresso, levado a cabo em 7 de dezembro de 2001 em Havana, Cuba, na qual ele se refere aos grupos terroristas colombianos "Exército de Libertação Nacional" (ELN) e as "Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia" (FARC): "9. Ratificamos a legitimidade, justiça e necessidade da luta das organizações colombianas e nossa solidariedade com elas".

O novo eixo do terrorismo inicia-se em Cuba, passando pela Colômbia, é financiado pelos milhares de milhões de dólares do petróleo venezuelano e finaliza na superpotência brasileira.

De acordo com as política ditadas por Havana, o líder do Foro de São Paulo, Marco Aurélio Gracia, expressou um especial interesse pelo terrorista Manuel Marulanda Vélez, codinome "Tirofijo", o líder das FARC. A cada ano, desde 1990, Garcia se auto-impôs como uma prioridade realizar encontros pessoais com enviados das FARC. Estes encontros foram realizados não só em solo cubano – sempre com a presença de Fidel Castro – mas também no México, para onde Marco Aurélio Garcia viajou, a fim de reunir-se em 5 de dezembro de 2000 com Marco León Calara, membro das FARC. Os temas tratados nesses encontros mantêm-se sob um manto de sigilo. Entretanto, cada vez que se reunem, as FARC incrementam seus ataques com um altíssimo custo de vidas humanas.

A lista das FARC e do ELN

Chávez tem apoiado ativamente os membros das FARC e do ELN fornecendo cédulas de identidade falsas, armamento, munições e lugares seguros para a retirada das tropas em ordem. Também recebem apoio de Cuba, onde os líderes destes grupos terroristas descansam e as tropas são treinadas. Inúmeras denúncias muito bem documentadas do presidente e vice-presidente de CAVIM, de diretores da ONIDEX, de efetivos da DIM e da DISIP chegaram ao conheciento público nos meses passados e sustentam estas asseverações. Desta maneira, Chávez se assegura de contar com guerrilhas armadas que serão usadas para debilitar a democracia venezuelana e forçar seu regresso ao poder.

O que o futuro proporciona ao Brasil e à região

Sob Marco Aurélio Garcia, a política exterior do Brasil será manejada desde Havana. A diplomacia do Brasil a cargo de Garcia trabalhará ativamente contra as políticas que os Estados Unidos auspiciam na região, que se iniciarão com seu apoio a Fidel Castro: "cuidaremos de eliminar o bloqueio a Cuba" [4].

Marco Aurélio Garcia descreve seu partido político, o PT, como "radical, de esquerda, socialista" [5]. Porém, Garcia é mais que um radical e mais de extrema esquerda que um socialista: é de fato um comunista de linha dura que quer reviver o comunismo no mundo . No artigo que escreveu sobre o "Manifesto Comunista", de Karl Marx, ele conclui que "A agenda é clara. Se o horizonte que buscamos é o comunismo, é hora de reconstrui-lo". [6]

Marco Aurélio Garcia trabalha muito próximo com outros políticos de tendência marxista ao redor do mundo e aparece em antologias que são lidas como um "quem é quem" dos que apóiam o terrorismo internacional: de Cuba, Mário Machado e Marta Harnecker; da China, YunLin Nie, autor de "O Manifesto Comunista e o Socialismo com características chinesas"; Pham Nhu Cuong representa o Vietnã; e Mohamed Latifi é o contato iraniano. Também colaboram outros extremistas de países democráticos como Seppo Ruotsalainen da Finlândia (autor de "O Processo e o Manifesto Revolucionário"), Allan Woods da Inglaterra ("O Manifesto Comunista Hoje") e Pierre Zarka da França ("O Manifesto do Partido Comunista"). Todos eles compartilham um profundo e intenso ódio contra os Estados Unidos e a sociedade ocidental [7].

O vínculo nuclear com Saddam

Até 1994 o Brasil realizou investigações para o desenvolvimento de armas nucleares e projetou duas bombas atômicas. Fernando Henrique Cardoso deteve estas provas em instâncias dos Estados Unidos, quando se presumia que o Brasil estava a ponto de realizar provas de um dispositivo nuclear. O programa de armas nucleares do Brasil também estabeleceu vínculos com o Iraque e a China, países que venderam urânio enriquecido ao Brasil e investiram em sua indústria aero-espacial. Em vários discursos de sua campanha política para a Presidência, Lula da Silva expressou seu desejo de estreitar relações com a China.

Agora, com Lula da Silva na Presidência e Marco Aurélio Garcia a cargo da estratégia da política exterior do Brasil, iniciaram-se os planos para reativar silenciosamente o programa de armas nucleares. A capacidade de dissuasão nuclear é necessária para os planos de Marco Aurélio Garcia e dos grupos terroristas aos quais ele apóia através do Foro de São Paulo.

Os vínculos do Brasil com Saddam Hussein no Iraque estendem-se a outros atores. O primeiro é Hugo Hávez; o segundo o liga ao co-fundador do Foro de São Paulo, Fidel Castro. Hugo Chávez é o melhor amigo de Saddam na América Latina, a quem visitou pessoalmente e ofereceu seu apoio. Depois da primeira visita de Chávez, Fidel Castro enviou ao Iraque Rodrigo Álvarez Cambras, seu braço direito, para estabelecer um contato direto com Saddam.

Até a presente data, o trio Saddam-Castro-Chávez tem trabalhado no desenvolvimento de armas biológicas. Porém, em janeiro de 2003, com o advento de Lula da Silva à Presidência do Brasil, as armas nucleares se incorporaram à fatídica fusão. É só questão de tempo. O pacote de resgate de gasolina brasileira que Garcia enviou a Chávez compra um pouco de tempo ao Presidente venezuelano. Em um mundo no qual os ditadores ainda se mantêm no poder, nada agradaria mais a Marco Aurélio Garcia do que um Iraque com capacidade nuclear.

Notas:

1. "La Nación", Buenos Aires (Argentina), 5 de outubro de 2002.

2. "Le Monde", Paris (França): "En privé, Lula, âgé de 56 ans, pense tout haut que l'élection est une "farce" et qu'il faut en passer par là pour prendre le pouvoir".

3. "O Estado de São Paulo", São Paulo (Brasil), 6 de novembro de 2000: "Quem é Marco Aurélio Garcia".

4. Emilio J. Corbière, "Lulazo, populismo y desarrollismo", 28 de outubro de 2002, cita Marco Aurélio Garcia em "La Fogata, el fuego de la lucha revolucionaria" .

5. Marco Aurélio Garcia, revista "Teoria e Debate", São Paulo (Brasil), julho/dezembro de 1990, nº 12. Extrato do artigo "Terceira Via: a social-democracia e o PT" ; "Radical, de esquerda, socialista".

6. Marco Aurélio Garcia, "Teoria e Debate" (Brasil), 26 de janeiro de 2001, nº 36: "O Manifesto e a refundação do comunismo".

7. Internatif (França), 2002.

27 de dezembro de 2002.

Fonte: MilitaresDemocraticos.com

 ( http://www.militaresdemocraticos.com/articulos/sp/20021227-03.html).

Tradução: Graça Salgueiro

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Carlos I. S. Azambuja é historiador.
 

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“Não existe aquecimento global”, diz representante da OMM na América do Sul

Reinaldo Azevedo | VEJA.com
“Não existe aquecimento global”, diz representante da OMM na América do Sul
06:25 AM
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NEWS SUMMARY:

Leiam esta entrevista pulicada no UOL.

Por Carlos Madeiro:
Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?
Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?
Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?
Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.
Molion: Depende de como se mede.

UOL: Mede-se errado hoje?
Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?
Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?
Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?
Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?
Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?
Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?
Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?
Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?
Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?
Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

UOL: Mas o mar não está avançando?
Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protocolo de  Kyoto?
Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?
Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?
Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

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