Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil

Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil

Prática homossexual torna-se cada vez mais garantia contra impunidade e descaso policial

Julio Severo
Um morto na rua. A polícia cumpriu o seu dever de fazer suas averiguações do crime e comunica o caso ao delegado, que pergunta: “A vítima era gay?”
Quando a resposta é negativa, o delegado diz: “Joguem então esse caso nas estatísticas do mais de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos”.
Não é que a polícia seja amante da impunidade. Com dezenas de milhares de assassinatos ocorrendo, fica difícil para poucos policiais mal pagos e mal treinados resolverem tantos crimes. Tudo o que lhes resta é cuidar dos casos que recebem holofotes.
Em 2007, o menino Gabriel Kuhn, de 12 anos, foi estuprado e esquartejado ainda vivo, morrendo de hemorragia depois que suas duas pernas foram arrancadas a golpes de serra, mas o caso nunca ganhou fama na grande imprensa. Um crime comum — estupro, esquartejamento e assassinato de um menino — não atrai tanto a atenção da mídia quanto o caso de um gay que sofre uma agressão.
A moda é, por causa da pressão do movimento homolátrico, tirar da nuvem negra do descaso somente incidentes onde homossexuais sofrem arranhões, agressões e assassinatos — ou até mesmo, como muitas vezes ocorre, aqueles que simplesmente se sentiram ofendidos. O PLC 122/06, por exemplo, pune o autor de uma simples “ofensa” contra a prática homossexual com uma pena tão pesada quanto leva um estuprador de crianças.
Na classificação dos crimes, a prática homossexual dá a uma vítima o direito de não ser tratada com a mesma indiferença com que são tratadas todas as outras vítimas.
A impunidade que afeta crimes contra bebês, meninos, meninas, rapazes, moças, homens e mulheres está perdendo sua força quando a vítima é viciada naqueles impudicos atos privilegiados, pois legisladores, jornalistas e grupos de direitos humanos colocaram os praticantes do homossexualismo na categoria de indivíduos que merecem atenção VIP.
Se você é homossexual, há agora as delegacias especializadas de “direitos humanos”, onde você terá atendimento personalizado. Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como “homofóbico” até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público. Afinal, o perfil dos gays é economicamente mais elevado e essa classe endinheirada não pode se misturar com as pessoas comuns. Uma mistura só ocorre quando o gay ricão vai atrás de um rapaz ou menino pobretão para oferecer presentes em troca “daquilo”.
Contudo, os homossexuais não são os alvos preferenciais de assassinatos. Se fossem, haveria dezenas de milhares deles perdendo a vida todos os anos. Quem está perdendo a vida aos milhares são os brasileiros comuns que, de 1980 a 2005, sofreram o astronômico e assombroso número de aproximadamente 800 mil assassinatos. Então você pergunta: “Mas como é que nunca ouvi falar disso?” Simples: eles não eram gays.
Nesse mesmo período de 25 anos, 2.511 homossexuais foram assassinados, de acordo com informações do próprio Grupo Gay da Bahia, fundado por Luiz Mott. Esse pequeno número pode incluir também episódios onde a causa do crime é a paixão irracional de um amante da vítima. Além disso, é supervalorizada e supermaquiada a morte de homossexuais que frequentam, às 2h da madrugada, ambientes de drogas, prostituição e criminalidade.
Embora as vítimas homossexuais não cheguem nem a 1% dos 800 mil brasileiros assassinados, elas se tornaram a estrela principal do “show”. É como se os homossexuais é que somassem 800 mil vítimas, e todos os outros brasileiros não passassem de 2 mil assassinados.
Por ano, são assassinados 122 homossexuais, ou 1 a cada três dias, conforme alegação do sr. Luiz Mott. Em contraste marcante, por ano são assassinados 50 mil brasileiros, 414 a cada três dias, ou 138 por dia. Isso significa que o número de brasileiros mortos por dia é maior do que o número total de homossexuais mortos por ano, indicando, nas palavras de Solano Portela, que “a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay”.
A maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, conforme Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, que declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
Não se sabe o motivo por que travestis e outros homossexuais, que escolhem ambientes de criminalidade e prostituição, não sofrem uma proporção muito maior de assassinatos. Será que a bandidagem agora tem também medo de ser acusada de “homofóbica”?
Certas atitudes do homossexual perturbado (por homossexual queremos dizer o homem que dá ou recebe o pênis no ânus) passaram a fazer parte integral da propaganda que trata como “homocausto” (holocausto de homossexuais) os 122 homossexuais assassinados todos os anos no Brasil. Esse homocausto na verdade soma uma proporção baixíssima que entra em choque com o quadro imenso de todos os outros brasileiros assassinados. Mas a realidade maior é vencida pela realidade pequena à custa daquelas atitudes típicas de gay espalhafatoso, como mentiras, intrigas, estardalhaços e fofocas, sofisticamente mascarados em linguagem de propaganda.
Com a pressão e opressão da Gaystapo na mídia, que chance tem a vasta maioria das vítimas (que são tratadas como cidadãos de quinta categoria) diante das “vítimas de primeira classe”?
A agenda da homolatrina joga a verdade no chão e exalta a homolatria acima de toda e qualquer estatística e realidade social, ganhando no puro estardalhaço.
No entanto, se os homossexuais são realmente 10% da população brasileira, conforme alegam os grupos gays do Brasil, onde estão então os 80 mil homossexuais mortos no período de 25 anos? Se eles são apenas 5%, então onde estão os 40 mil homossexuais mortos? Se eles são apenas 1%, onde estão os 8 mil mortos?
Com todos os holofotes da mídia no pequeno número de vítimas homossexuais, a impunidade só tende a aumentar para todos os brasileiros, pois mais atenção e policiamento para homossexuais significa menos atenção e policiamento para todos os cidadãos.
Os crimes agora só ficarão protegidos de impunidade conforme a homolatria da vítima. O agredido é gay? O culpado será condenado e preso, sem chance de escapar. A vítima não é gay? Então a polícia está ocupada demais para investigar, dando ao culpado a chance de suspirar de alívio. É a ideologização e idiotização do sistema de punição. É a homolatria privilegiando quem presta culto ao ânus.
Quer que um caso de agressão ou assassinato em sua localidade receba atenção da imprensa, dos políticos e da polícia? Numa sociedade mergulhada na homolatrina, só lhe resta alegar que a vítima é gay. No incidente do menino Gabriel Kuhn, que foi estuprado e esquartejado, o caso dele seria lembrado regularmente em todos os canais de TV e no próprio Congresso Nacional — se o esquartejador não fosse homossexual. E há milhares de outros casos de meninos estuprados que não viram notícia na tela da TV Globo ou da TV Record, porque o estuprador é homossexual.
Quando a vítima é homossexual, holofotes. A “causa” do crime é a “homofobia” e ponto final. Cada caso de “homofobia” se torna motivo para campanhas espalhafatosas em favor de leis para proteger depravados de primeira categoria como se fossem vítimas de primeira classe.
Quando o criminoso é homossexual, manipulação, falsificação e ocultamento, protegendo a prática homossexual de toda desonra. A “causa” do crime é um mistério! A culpa é jogada em tudo e em todos, menos na chamada “orientação sexual”.
A agenda da homolatrina garante atenção VIP para vítimas homossexuais e impunidade para homossexuais que cometem insanidades. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, é acusado de defender a pedofilia, enquanto o homossexual Denílson Lopes, professor universitário, tem descaradamente defendido o sexo com crianças. Além disso, um filme brasileiro promoveu abertamente o sexo homossexual entre meninos. Em cada um desses casos, as autoridades jamais tomaram qualquer medida. Contudo, se um pastor ou padre dissesse apenas 10% do que Mott e Lopes disseram sobre sexo com crianças, já estariam — e com muita justiça — presos e completamente desmoralizados com denúncias jornalísticas desde a revista Veja até a Rede Globo.
Na violência generalizada que assola a todos no Brasil, a homolatria agora faz toda a diferença na hora de decidir quais vítimas recebem tratamento de estrela de cinema e quais perpetradores obtêm impunidade.

2º Fórum da Censura Digital Brasileira

Dinosauro_no_computer
Os comunistas mais atrasados e reacionários querendo entender de internet.

A coisa começa assim: os dinossauros discutem as possíveis implicações culturais do movimento, sem entender absolutamente nada do ambiente onde ele foi criado. Depois, propõem o controle social, com comissões de funcionários do partidão para dizer o que pode ou não pode fazer.

Para começar, internet e mídias sociais são uma explosão de liberdade. O próprio evento, uma panelinha com participação do governo que apóia a CENSURA, já é uma contradição.

Os caras falam mal do Primeiro Mundo, onde a internet foi inventada, distribuída, e onde está toda a inovação hoje. Os caras não fazem nem idéia do processo de criação dessas empresas, da imensa criatividade do Vale do Silício, do ambiente aberto que aquilo é. NUNCA, mas nunca mesmo, uma coisa assim aconteceria no Brasil, porque aqui não há o incentivo à iniciativa individual. Uma Apple iria à falência por causa de impostos no primeiro ano. 

Sabem o que vai sair desse Fórum ? NADA. Ou talvez uns cargos no governo. Ou uma parceria com a Bolívia?

É gente acostumada a mamar no governo, não sabem viver em um mundo livre e de criatividade. A internet é o CONTRÁRIO dessa panela.
Lembrem-se do Marcelo Branco, que andava nessa turma e virou porta-voz da candidatura mais autoritária do país.

Cuidado garotada, isso é armadilha para vocês caírem na rede da aranha que é o governo comunista. Amanhã vocês nem vão poder escrever no blog sem o governo aprovar. Não sejam manipulados !

 

Vejam a reportagem d'O Estado:

http://blogs.estadao.com.br/link/fflch-eletronica/

(ou leia após o break) 

 

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Dilma, a Católica do Orixá

Todo mundo tem o direito de acreditar no  que quiser, mas a Dilma se diz católica e foi na missa.
Não tem nada de verdadeiro nessa mulher?

Do Painel da Folha:

Razões Ao andar de um lado para outro no palco do debate da Globo, sempre "marcando" José Serra de perto, Dilma seguiu não só o exemplo de Lula em 2006, mas também um conselho do governador Jaques Wagner (PT-BA): como ela é filha de Ogum, foi orientada a se movimentar como o orixá.

Occultism in Brazilian Health Ministry

Dilma Rousseff, the former Marxist terrorist who will be the next president of Brazil, has not even taken charge but is already working for the advance of the new world order plans in the country.
Against her campaign promise, she and Lula are promoting the return of the CPMF. This is not your usual tax. The CPMF is a percentage that is applied to all bank transactions, linked to one's tax id number and sent to the government. 

The excuse of the government is that they need money for health assistance. The truth is that they need an easy way to control the  financial life of the citizens. 

The Workers Party has used the Marxist veneer as a facade for the new world order plans for Brazil, but it now seems that they are more at ease about displaying their occult background. The Ministry of Health, whose main activity in the last years has been the militancy for free abortion laws and the widespread vaccination of millions "against" the swine flu, has launched the "Horus" system. The objective of the program is to track and control the distribution of medicine to the individual citizen. They plan to force the treatment down on unwilling patients in the future. They make no secret at the Ministry's website:  http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1675

Horus_principal

Brasilia is a city full of occult monuments, pyramids and symbolism. Its center is the National Congress Building, where we can clearly see the twin towers representing the number eleven and the Senate and Congress chambers, representing the "as above, so below" occult motto. One facing up, the other down. This is not by chance.

Congresso_nacional

In Brazil, we see now what technology can achieve when applied to the control of the population. Health, finances, entertainment, education. It is all in their hands.
Yes, it is time when the esoteric changes into the exoteric, when secrets are revealed, when there will be an externalization of the hierarchy (Alice Bailey). The emperor has no clothes. We now have no excuses not to choose sides.

 
Youtube_-_de_olho_no_horus

Roadside sign on Rio de Janeiro state:
Baphomet Ranch - 10 kilometers, next to Barreira River.
MASONS ONLY

Governo Quer Censurar a Internet

Censor-this-cunt

Este é um repost do excelente site www.anovaordemmundial.com (link)
A Internet é a última resistência ao total controle ideológico da mídia. Vamos virar China ou Irã e só engolir as bobagens do Jornal Nacional, daquele casal de bonecos de cera.
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Havíamos publicado alguns meses atrás sobre o projeto de lei 7.131, que visava atribuir responsabilidade por comentários em blogs e fóruns ao seu dono e também obrigaria todos os blogs e sites afins a utilizarem o registro de domínio registro.br.

Eu sinceramente acreditava que ninguém poderia elaborar uma lei mais draconiana e autoritária, mas nossos "nobres" deputados se superaram. O projeto de lei PL-7311/2010, de autoria do Deputado Eduardo da Fonte, do PP de Pernambuco, pede proibição do anonimato na internet. Nossos caros legisladores realmente não tem idéia alguma do funcionamento e da praticidade de implementar uma lei deste tipo. Sem falar na censura prévia que esta lei iria de fato implementar. Muito curiosamente estas duas leis tem os mesmos números, apenas em ordem diferente.

Vamos aos detalhes desta afronta que é este projeto:

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