Globo Sacaneia Dunga e o Brasil

CONHEÇA OS BASTIDORES DA SUPOSTA “BRIGA” DO TÉCNICO DUNGA COM A IMPRENSA BRASILEIRA

Um desentendimento entre o técnico Dunga e o repórter e comentarista Alex Escobar, da Rede Globo de Televisão, durante entrevista coletiva à imprensa dada logo após a vitória do Brasil sobre a Costa do Marfim, por 3x1, surpreendeu muita gente. E como a emissora primeiro e depois outros meios de comunicação repercutiram isso, de uma forma incompleta, ficou a impressão de que o gaúcho havia simplesmente sido mal educado, sem a menor razão. O que não é verdade.

Excesso de sinceridade, talvez até uma dose de grossura, Dunga tem. Mas ele não costuma ser indelicado gratuitamente com ninguém. E quem o conhece sabe que isso é a mais pura verdade. Então, VAMOS AOS FATOS QUE ANTECEDERAM OS PALAVRÕES DE DUNGA, E QUE A EMISSORA OMITIU NA SUA VERSÃO DA HISTÓRIA.

01 –

 Na segunda-feira, véspera do jogo da estréia da seleção, contra a Coréia do Norte, por volta das 11 horas da manhã (hora local da África do Sul), Fátima Bernardes, a toda-poderosa “Primeira-Dama” do jornalismo televisivo nacional, acompanhada do repórter Tino Marcos e mais uma equipe completa de filmagem, iluminação, etc, chegou na entrada da concentração da equipe brasileira. Indagada pelo chefe de segurança sobre o que desejava, a esposa de William Bonner disse que estavam lá para fazer uma “reportagem exclusiva” para a TV Globo, com o treinador e alguns jogadores que ela escolheria. Comunicado do fato, Dunga foi pessoalmente até o portão, ouviu dela a mesma história, e disse que não. Afirmou que lá ninguém tinha regalias e que as entrevistas eram e continuariam sendo todas coletivas, sem privilegiar nenhum meio de comunicação. “Ou se fala para todas, ou para nenhuma”, teria dito ele, no seu jeito curto e grosso. A mulher ficou indignada e disse que isso tinha sido acertado pessoalmente entre Renato Maurício Prado (chefe de redação de esportes de O Globo) e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira. “Tenho autorização para fazer a matéria”, bateu pé a apresentadora do Jornal Nacional. “Não tem não, porque aqui dentro mando eu”, respondeu Dunga, segundo as testemunhas. Ele teria acrescentado ainda que se o presidente da CBF desse esta ordem, ele se demitiria na hora, pelo desrespeito ao trabalho que vinha sendo feito. Depois, o treinador teria simplesmente virado as costas e ido embora, deixando a supra-sumo do pedantismo do lado de fora do portão.

02 – A coragem de Dunga, que foi o primeiro a peitar a Vênus Platinada em 40 anos de transmissões esportivas, custou caro para ele. Houve uma súbita mudança de comportamento em relação a ele, em todos os programas. O Jornal da Globo na mesma noite baixou a lenha nele, sem contar o episódio e questionando suas qualificações como treinador e até como pessoa. Só desafetos dele ganharam espaço no Globo Esporte. E o Alex Escobar foi instruído para provocar o gaúcho, que é pavio curto e revidou na coletiva. Depois disso, com o pretexto em mãos, Tadeu Schmidt leu um editorial no Fantástico contra o treinador. E o jornal O Globo dedicou amplos espaços para destacar todos os defeitos de Dunga, esquecendo que ele até agora ganhou todas as competições (foram três) que disputou, venceu a Itália e outras seleções destacadas, e goleou três vezes a Argentina, uma das quais em Buenos Aires. Ou seja, as qualidades (que existem) foram esquecidas e os defeitos (que existem) foram ampliados.

03 – Outras emissoras de rádio e jornais brasileiros repercutiram o acontecido, sem o devido cuidado de saber o que havia nos bastidores. Mas a verdade é que o grande crime do cara foi “mijar” no poder. Deve passar à história como um exemplo positivo. Algo antes só acontecido quando João Saldanha mandara o ditador de plantão ir cuidar dos ministros dele, ao invés de dar pitacos na escalação da Seleção de 1970. Isso custou o emprego dele, herdado pelo pára-quedista e amenzista Zagallo. Mas a dignidade ficou intacta e ninguém vai superar Saldanha em coragem. Agora, com Dunga, sem poder demiti-lo diretamente, como a Confederação fez em 70, ela também dirigida por militares golpistas, a Globo usa o recurso da difamação. E, vingativa como é a direção da emissora, isso vai longe.

04 – Como os tempos agora são outros, a reação no mundo virtual foi imediata. Depois de lido o editorial no Fantástico, a frase “Cala a boca, Tadeu Schmidt!” bateu recordes no Twitter, superando até mesmo a líder absoluta de até então nos Trending Topics, a “Cala a boca, Galvão!”. O técnico foi defendido quase que por unanimidade entre as pessoas que postam comentários na rede. E o apoio por ele recebido, não parou por ai. Agora os twiteiros lançaram a proposta de “Dia Sem Globo”, para a próxima sexta-feira. A sugestão é que ninguém sintonize aquela emissora, na transmissão de Brasil x Portugal, optando pela Bandeirantes ou outra qualquer. TEMOS QUE DEIXAR DE SER GADO MANSO, MOSTRAR QUE NÃO SOMOS TROUXAS MANIPULÁVEIS.

Junte-se a nós! Divulgue esta idéia e participe da iniciativa.

NESTA SEXTA, NÃO VEJA O JOGO NA GLOBO, EM APOIO A DUNGA.

 


Ave, Lula, os Que Serão Roubados Te Saúdam

Lula

Ave, Lula

José Danon - O Estado de S.Paulo 12/06/2010

Para a maioria dos brasileiros, já tão acostumados à demagogia tradicional do discurso de seus políticos, não desperta surpresa o exótico comportamento de Lula em suas frequentes e folclóricas manifestações públicas em exibição nos cenários nacional e internacional.

Mas no exterior esse tipo de atitude não contribui favoravelmente para melhorar a imagem de seriedade e estabilidade político-institucional que o Brasil pretende cultivar. O mundo não vê grande diferença entre as excentricidades de um Lula ? que se propõe a resolver, munido somente de charme tupiniquim, impasses diplomáticos internacionais históricos e milenares de grande complexidade ? ou de um folclórico Idi Amin Dada de triste memória, que afirmava, para o entretenimento de sua plateia global, ser capaz de se comunicar verbalmente com crocodilos.

No caso de Idi Amin, o artifício de se mostrar propositalmente extravagante se justificava em razão de que suas esquisitices faziam parte de um estratagema publicitário que lhe permitia alcançar a visibilidade desejada. No caso de Lula, além do visível objetivo de promoção pessoal, esse comportamento não tem nenhum outro sentido prático, ao contrário. Sua atuação tem contribuído para a desconstrução dos esforços diplomáticos de pacífica e progressista convivência que historicamente orientam nossas relações exteriores. Um sintético retrospecto das recentes peripécias da diplomacia deste governo faz crer que nossa política externa, outrora objetiva e responsável, se encontra hoje em mãos de condutores de maturidade política e de eficácia igualmente questionáveis.

Com Honduras, tivemos o fiasco diplomático resultante da desastrada intervenção brasileira, apoiando e dando abrigo em nossa embaixada a um presidente que pretendia se eternizar no poder e, ao final, foi devidamente substituído por um sucessor democraticamente eleito.

Com a Itália, um inexplicável esforço para dar guarida a um ex-guerrilheiro condenado por diversos assassinatos pela Justiça de seu país, criando um impasse diplomático absolutamente desnecessário com um importante e tradicional aliado comercial e político.

Com a Venezuela, o inexplicável apoio pessoal de Lula ao déspota Hugo Chávez, que ampara guerrilheiros, censura a imprensa e prende opositores políticos, e que Lula, curiosamente, defende como exemplo de liderança democrática (certamente aferido por sua visão pessoal ? e esperamos que intransferível ? do que seja democracia).

Em Cuba, seu apoio incondicional ao ditador Fidel Castro, no poder, de fato, há 51 anos. Recentemente, por ocasião da morte de Orlando Zapata, prisioneiro político em greve de fome nos calabouços cubanos, Lula logrou a façanha de proferir uma das declarações mais infelizes e polêmicas já protagonizadas por um presidente brasileiro no exterior, culpando a vítima por sua própria morte, ao "deixar-se morrer". Sua bizarra declaração foi unânime e globalmente criticada, até por seus aliados políticos.

Lula foi também o mentor do perdão de dívidas de outros países com o Brasil, ignorando carências internas gritantes. São cenas cotidianas o nosso sistema viário abandonado, hospitais inoperantes, escolas desamparadas, prisões comandadas por prisioneiros, barracos de papelão servindo de moradia a trabalhadores que pagam os impostos que vão financiar metrôs e armamentos na Venezuela, hotéis em Cuba, casas de alvenaria na Bolívia e empregos no Paraguai, no Equador, em Moçambique, na Nigéria, em Cabo Verde, na Nicarágua e no Gabão. O total das dívidas perdoadas desses países foi de R$ 1,62 bilhão, quantia suficiente para atender ao reajuste dos aposentados, que o governo afirma não ter recursos para honrar. Está também doando como ajuda à Grécia mais de R$ 567 milhões, além de emprestar R$ 17 bilhões ao FMI sem haver sido convidado a fazê-lo.

Conta-se que os Césares de Roma traziam a seu lado nas bigas, ao desfilarem em seu triunfante retorno das batalhas, uma pessoa que teria a única função de sussurrar repetidamente em seus ouvidos: "Lembra-te de que és mortal, ó César." Como contrapartida ao clamor da multidão que poderia levá-los a olvidar-se de sua condição humana e acreditar-se divinos, esse chamado tinha o objetivo de reconduzi-los à realidade, lembrá-los de sua própria finitude, restabelecendo assim a normalidade das coisas.

Talvez nos falte alguém que ao lado desse homem visivelmente deslumbrado pelo poder, seduzido pelo afago dos indefectíveis aduladores e de questionável preparo para o exercício de uma função tão complexa, repita ao seu ouvido, de tempos em tempos: "Meu senhor, o senhor é só presidente. Lembre-se de que seu cargo é temporário, ó Lula."

Um presidente que descumpre as leis que não lhe agradam e debocha das sanções que lhe são aplicadas está desprestigiando os fundamentos em que se baseia o sistema democrático, nossa única garantia real de liberdade. Deve-se questionar se quem dá tão pouco valor às regras institucionais que regem a democracia poderá merecer representá-la. Em breve saberemos se a "herança maldita" é a que foi recebida por este governo ou a que será deixada por ele.

Afortunadamente, no bojo da própria arquitetura concepcional, formal e dinâmica da ideia de democracia reside, assim como um antídoto guardado no estojo do veneno, o elemento de correção das possíveis ameaças à sua viabilidade: a obrigatoriedade intransigente e inegociável da reavaliação periódica de sua evolução.

A alternância no poder não pretende ser o elixir de mirabolantes propriedades para a cura de todos os nossos males, mas o nutriente que nos permite sobreviver para que possamos ter a liberdade de errar quantas vezes forem necessárias.

Vale lembrar que a maior virtude da democracia não é a de nos conceder a faculdade de optar pela escolha certa, mas sim a de nos garantir o permanente direito de poder corrigir a escolha errada.

Felizmente, 3 de outubro de 2010 nos espera.

Hollywood TopDogs Bring New World Order to Latin America

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The obese guy, with ridiculous dyed hair, is Oliver Stone, who dispute with another fatty, Michael Moore, the trophy of the Greatest American Idiot Ideologue. 

Stone wins. 
The other can be, at most, a festive clown of the Democratic Party. The monster above became a spokesman for Chavez in the U.S.. He came to Brazil to promote the film "South of the Border," which extols the advance of leftist forces in Latin America. The main stars of Stone are, of course, Hugo Chavez, Raul Castro and Evo Morales. 

Stone is known for being an Illuminate pawn, hired to produce a whitewash movie confirming the official 9/11 history in 2006. Now he is going to glamorize the marxist dictators from Latin America. 

Today, it is said, a curious thing happened. Stone decided to treat Brazil more or less as the terrorist Turkish boats treat Israel. He and two of his staff tried to enter the country without a passport. Passport for what? Since he was coming from Venezuela, he probably imagined that the Bolivarian continent homeland is now a reality. In his head, Chávez had already authorized his entry. Stone posed for a picture with Dilma Rousseff, the former marxist terrorist and murderer who is Lula's candidate for president. 

Last month, Avatars' James Cameron made the tour in Brazil, and even participated with Al Gore in a meeting in Manaus. It seems Hollywood has been put in high gears in order to make sure Latin America joins smoothly the New World Order. 

(source: adapted from Veja magazine's Reinaldo Azevedo's column)