Brasil Vai Quebrar Logo


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( Meu comentário:
A economia só cresceu este ano graças aos R$ 180 BI que o PT distribuiu aos empresários do BNDS.Até a Etiópia cresceria com essa injeção. Este é um dinheiro que o governo não tem e vai direto para a dívida. A taxa de poupança do Brasil é a menor do mundo em desenvolvimento.

Mas o Lula comprou o apoio de todos os empresários, dos Diniz, dos Marinho.  É o típico regime Fascista, por definição.

Agora, os analistas dão de um a dois anos para os EUA quebrarem. O mesmo com o Brasil. Imaginem essa crise com a Dilma no comando. )

Dívid
a interna dispara no governo Lula

Presidente petista repetirá antecessor e deixará “herança maldita” para próximo governante

Assim que tomou posse em janeiro de 2003, o presidente Lula celebrizou a expressão “herança maldita” numa clara referência ao tamanho da dívida pública (R$ 792,94 bilhões) que recebeu do governo Fernando Henrique Cardoso. Pois, se confirmadas as previsões do Tesouro Nacional de que a dívida interna federal pode fechar 2010 em até R$ 1,8 trilhão, Lula repetirá a maldição do antecessor. Entregará, muito provavelmente, um débito quase duas vezes maior do que o que recebeu, revela reportagem publicada no Jornal Correio Brasiliense.

Crescimento do país comprometido

“A dívida pública será, sim, uma herança muito ruim a ser herdada pelo próximo presidente da República. Ainda que, a curto prazo, não se dê tanta importância ao assunto, esse endividamento comprometerá a capacidade futura de crescimento do país”, disse o economista-chefe do Banco WestLB, Roberto Padovani. O que está chamando a atenção do mercado é a velocidade com que os débitos vêm crescendo. Em 2009, para um Produto Interno Bruto (PIB) com variação zero, a dívida federal aumentou 7,16%, atingindo o recorde de R$ 1,49 trilhão.

Ajuda a bancos

É incompreensível que a dívida federal tenha dado um salto de R$ 100 bilhões no ano passado por causa do processo de capitalização do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Em outros países, o socorro aos bancos foi uma exceção, por causa da crise. Mas, no Brasil, parece que está virando regra”. Além do BNDES, o Tesouro Nacional injetou dinheiro na Caixa Econômica Federal e botará recursos no Banco do Brasil. Também estão prometidos pelo menos mais R$ 80 bilhões ao BNDES, que serão liberados ao longo de 2010.

Repercussão no bolso

O endividamento crônico do setor público é um grande entrave para o crescimento. Para conseguir quitar os juros da dívida, o governo será obrigado a manter a carga tributária elevada. Ou seja, ao continuarem pagando pesados impostos, as empresas ficarão com menos recursos em caixa para tocar importantes investimentos, que sempre resultam em mais empregos. O problema fica maior porque o Estado também não terá condições de ampliar os desembolsos para a melhoria da educação, saúde, segurança pública e transportes. Mesmo que continue sugando o caixa das empresas e o salário dos trabalhadores com tributos exagerados, terá que destinar mais e mais recursos para os seus credores — estima-se que a conta de juros passará dos R$ 160 bilhões em 2010, quase 14 vezes mais do que o consumido pelo Bolsa Família, que atende mais de 11 milhões de famílias. Mas não é só: com a dívida crescente e a dependência do mercado, o governo terá que aceitar pagar juros cada vez maiores aos compradores de seus títulos. Isso significa dizer que haverá limites para que o Banco Central reduza a taxa básica (Selic). E, com a Selic emperrada, o crédito continuará caro.